domingo, 19 de abril de 2026

Urbana Legio Omnia Vincit

Esses dias eu estava no “Iutubiu” e a página inicial deles estava me recomendando um vídeo do canal do Júlio Ettore e assisti esse vídeo, depois assisti outro e mais um quando fui ver, estava presa ali em lembranças do meu passado. E eu me dei conta que nesses anos todos que tive vários blogs nunca deixei registrado a minha história com a Legião. E hoje eu decidi registrar aqui a minha história com minha banda preferida. Então, puxa a cadeira e pega um cafezim que essa é uma história longa.

Antes de qual coisa, o que eu ouvia antes de ouvir Legião? Eu ouvia Xuxa desde sempre. E por influência de um primo meu gostava de Os 3 tenores (sim Luciano Pavarotti, José Carreras e Plácido Domingo) e Psycho Killer do Talking Heads. Por conta da galera da escola eu ouvia Double You e funk. E como a Katiucha Barcelos disse recentemente num Nerdcast “Sem Pauta”, “você dizer que ouvia pagode nos anos 90 só mostra que você vivia em sociedade”. Ou seja, muito eclética ela. E eu tinha descoberto Mamonas Assassinas no final do ano anterior (que foi quando eles bombaram). No início de 1996 fui passar as férias com a família do meu pai como sempre e lá uma prima que eu não convivia há anos me apresentou “Eduardo e Mônica” de uma tal Legião Urbana. Eu achei a letra e pedi para que ela me enviasse a letra por carta (como faziam os antigos astecas rs) e assim foi feito. Assim que as férias terminaram, ela me enviou uma carta com a letra de “Eduardo e Mônica”.

Eu tinha 16 anos e não era necessariamente uma pessoa muito musical. Eu ouvia Xuxa porque era o que ouvia sempre desde pequena e as outras coisas que pessoas me apresentaram e faziam sentido na minha vida / eu gostava da melodia ou /e da letra. Eu sabia quem era Legião ou o Renato? Duvido muito. Aparecia pra mim nas revistas que eu lia, mas eu não ligava muito. Como disse antes, não era muito musical. Eu não ia atrás de nada novo (e levei só 43 anos pra descobrir que sou autista. Veja só). Com a letra em mãos, queria ouvir a melodia. Fui numa Lojas Americanas e comprei “Legião Urbana – Dois” (o segundo álbum da banda) e adorei a melodia de “Eduardo e Mônica”. Assim sendo, fui ouvir o resto do álbum. E quando cheguei em “Quase Sem Querer” meu mundo parou. Me identifiquei com cada verso daquela música. A partir daí eu já podia dizer que a Legião era a minha banda favorita.

Em março eu comprei o “Dois” e em outubro (a 11 dias do meu aniversário”) o Renato (Manfredini Júnior – porque Renato Russo, o personagem, é eterno) morreu em decorrência dos sintomas da Aids. Um pesar enorme pra mim e pra música BR. Pouco depois Dado e Bonfá declararam o fim da Legião. Mas tanta coisa aconteceu depois. Mais meu amor pelo Renato e pela banda só aumentou com o tempo. E tá tão impresso em mim que hoje eu não me lembro como era a minha vida sem a Legião.

E nunca foi uma questão de eu achar que a Legião é a melhor banda nacional como já me questionaram no passado. É só porque eu gostei do som daquelas quatro caras tocando junto (como conheci a Legião pelo “Dois”, eu incluo o Renato Rocha na minha história) e das letras. Sempre foi sobre sintonia. E graças a eles comecei a ouvir Capital, Paralamas, Madonna (a versão que o Renato fez pra Cherish da Madonna é incrível), Cazuza, Barão, Frejat...

E certamente não existe melhor jeito de terminar esse post do que dizendo, ouçam Legião Urbana. Porque como dizia Renato, “a Legião são todos vocês”!
Amor a todos,
Lilly

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Ranqueando os livros da Taylor Jenkins Reid

É isso. Apenas um post ranqueando os livros da Taylor Jenkins Reid, que se tornou minha autora favorita. Sem sinopses e sem spoilers. Apenas comentários de coisas que me fizeram gostar ou não do livro.

Atmosfera
Eu sabia que iria gostar desse livro assim que a Taylor anunciou ele. É um tema que eu gosto: espaço. Eu só não imaginava que eu fosse gostar tanto. Não é um livro pra todo mundo e nem acho que é o melhor escrito, mas eu me apeguei tanto a protagonista, Joan, que não tinha como outro livro estar nessa primeira posição. Demorei pra ler o final porque eu não queria me despedir de Joan, Frances e Vanessa. Simples assim.

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo
O livro da Taylor que eu recomendo a todos. A protagonista com um caráter duvidoso e sem muitos escrúpulos. Assistindo o vídeo do Paulo Ratz sobre a releitura dele, me dei conta que logo no começo do livro fala que a filha dela morre (plus, muito bonitinho ver o Rafa defendendo a Evelyn com unhas e dentes nesse vídeo). E eu sei que existe muita questão com relação ao embranquecimento da Evelyn no livro, mas é algo proposital. É uma crítica a Hollywood. Acho mais problemático quando as pessoas que fazem fan art ou bonequinhos da Evelyn com ela sendo branca. É um livro de camadas. Depende muito do leitor se aprofundar ou não nessas camadas. Mas acho que o título afasta muitas pessoas porque dá a impressão que é um romance bobinho ou até como o Paulo cita no vídeo, muita gente acha que é um thriller e que a Evelyn matou os maridos. Tendo em vista que está longe disso. E sim, Harry é meu marido favorito.

Carrie Soto Está de Volta
Quando anunciaram Carrie Soto eu tinha acabado de ler Malibu Renasce e eu fui a primeira a dizer: Putz, Taylor, com tanto personagem incrível pra aprofundar na história, a gente vai se aprofundar na história da mala da Carrie. É eu tava errada. Carrie é incrível. Ouso a dizer que é mais incrível que a Joan, mas em minha defesa, Mick Riva teve sua vida aprofundada em Malibu Renasce e olha no que deu. Acho que se eu relesse Carrie Soto hoje talvez não fosse gostar tanto. Era outra época, eu estava “cega” com relação a certas situações da minha vida, não fazia terapia, mas ainda assim, nada tira o brilho da Carrie pra mim. Talvez ele seja um livro cansativo pras pessoas porque tem muito termo técnico, mas a parte do romance, que até o meio do livro a gente não sabe se é romance ou não, é tão gostosinha e tão leve... Que eu acho que vale o 3º lugar no meu pódio.

Depois do Sim
A partir daqui, acho que esse ranking fica menos previsível pra quem leu os livros da Taylor. E pra ser sincera, eu não gosto do final de Depois do Sim. Mas acho que tem tantas camadas nessa história e ao contrário de Evelyn Hugo, que tem as camadas, mas a gente quer ler rápido pra saber o que acontece, em Depois do Sim a gente vai lendo e refletindo. Nem sei explicar o porquê eu gosto tanto, mas eu gosto. Foi um livro que conversou muito comigo na época que eu li.

Amor(es) Verdadeiro(s)
Esse sim é um romance daqueles pra quem gosta de romance. Eu diria até que parece um romance da Emily Henry. Sem rivalidade porque adoro as duas autoras. É um livro que pega muito as pessoas no começo quando conta que a Emma está no seu noivado com o Sam e seu telefone toca e quem está do outro lado da linha é o seu marido Jesse. Romanção mesmo. E eu gosto MUITO do final. E odeio o filme com todas as minhas forças.

Para Sempre Interrompido
Tá abaixo no meu ranking porque acho que a história vai se perdendo no meio do livro. Conforme a história vai passando, a gente se pergunta: por que, Elsie? Por que? Mas eu sei também que esse é o livro que fez a Taylor ser minha autora favorita porque esse é um livro sobre LUTO. E como é um tema que no ocidente se evita muito falar e escrever, é um livro que me ganhou por causa disso.

Malibu Renasce
Pra ser sincera quando pensei nesse ranking, eu jamais imaginei que Malibu Renasce estive tão pra baixo. Mas aconteceu. Eu gosto muito da Nina, a protagonista e a irmã dela, Kitty. Mas eu tive muitos gatilhos com as crises de ansiedade dela. E eu sempre penso: a gente precisa estudar essa fixação da Taylor com Mick Riva (acho que por isso gostei tanto de Atmosfera – que é Mick Riva free). Com certeza foi o livro da Taylor que mais demorei a ler. Muitos gatilhos. Mas o final achei muito corrido. E eu queria mais daquela família. Terminei o livro com tantas perguntas que eu queria uma continuação.

Evidências de uma Traição
A partir daqui são os livros que eu não gosto tanto. Embora eu sempre ache que o jeito que a Taylor monta as histórias dela de um jeito que a gente sempre vai querer ler mais. É um livro que eu lembro que quando eu li, eu gostei, mas hoje eu não me lembro de nadinha dele. Zero lembranças. Totalmente esquecível. Eu lembro que tem uma traição.... Dahhhh! Serve? :D

Em Outra Vida, Talvez?
Nesse livro a gente duas realidades paralelas da personagem Hannah: uma onde ela sofre um acidente de carro e outra que o acidente não acontece. Falei que não ia dar sinopse e tô cá eu tô sinopenta. E pra ser sincera esse livro estaria mais pra cima do ranking porque é gostoso acompanhar a realidade que a gente gosta mais. Mas a outra realidade e a personagem brasileira desse livro me deixaram tão fula que é isso: tá nos piores.

Daisy Jones And The Six
E aqui eu talvez esteja mexendo num vespeiro. Pois o fandom desse livro é imenso. Lá fora foi o livro da Taylor escolhido pra entrar no famoso Reese’s Book Club (o clube do livro da atriz Reese Witherspoon. E eu entendo porque as pessoas gostam dele. A modo que o livro foi montado é muito diferente do que se vê por ai, mas definitivamente, não foi uma história que me pegou. Achei todos os personagens insuportáveis. Pra não dizer todos, a Karen do livro é incrível. Inclusive, de todos os personagens da Taylor, a Karen é com quem eu mais me identifico. A série é muito gostosinha de assistir (embora a Karen da série seja qualquer coisa).

Perdoem a demora em fazer um novo post. Estou muito enferrujada. Escrever em HTML é muito puxado quando você tá a tanto tempo escrevendo sem. É muito código pra lembrar. Mas leiam Talor Jenkins Reid. Pelo menos um deles.
Amor a todos,
Lilly Krug

domingo, 4 de janeiro de 2026

Wicked For Good

E ai que depois de viagem, gripe, CCXP, fim de ano, outra gripe, eu finalmente vi Wicked For Good. E aqui vai a minha review, mas antes dela, quero dar o contexto da minha história com Wicked. Eu já tinha assistido na Broadway “O Fantasma da Ópera”, “Rei Leão” e “The Book Of Mormon” antes de assistir Wicked, mas nada eu tinha achado tão incrível como quando a gente ouve falar de Broadway. E olha que eu era a criança que gostava de teatro. E no final de 2013 eu fiz uma excursão com um grupo de senhoras pra Nova York pra fazer compras de Black Friday e a agência de turismo me deu algumas opções de Broadway que ou não conhecia ou que não tinha interesse. Quando li por alto a sinopse de Wicked e vi que tinha uma ligação com “O Mágico de Oz” surgiu o interesse porque era algo conhecido e fui lá e assisti. E sai do teatro maravilhada. E pensei: é isso que transforma a Broadway em referência de teatro. E desde então já vi diversas vezes da Broadway em diversos anos, vi a versão de 2016 que veio pro Brasil uma vez ao vivo e uma vez em vídeo. A versão brasileira de 2023 eu cheguei a comprar ingresso, mas como meu pai estava internado, não tive como ir a São Paulo. E a versão de 2025 assisti 6 vezes ao longo do ano. Estão é uma história que está na minha vida há mais de 10 anos e que está muito presente (ainda mais se contar que a versão brasileira de 2025 virou referência pra Broadway).

E ai cada um tem a sua teoria de em qual momento Wicked pega o público. “Defying Gravity” é minha música preferida e claro um momento muito especial, mas Wicked me pegou no tempo de comédia de “Popular”. Há quem diga que em "No One Mourns the Wicked" a gente já sabe se a Glinda escalada vai funcionar porque pra população de Oz a Glinda tem que parecer feliz em dar a notícia de que a Elphaba morreu, mas o público tem que sentir um tom de tristeza na voz dela. Mas opiniões a parte, a grande maioria do público prefere o primeiro ato do que o segundo. Fato. E ai que acho que começam os problemas do 2 filme.

A Isabela Boscov disse no vídeo dela de Wicked For Good que “tem uma enorme pedra no caminho de Wicked Parte II e que a ironia foi que quem colocou essa pedra lá foi a primeira parte de Wicked que terminou com aquele final absolutamente épico” e eu concordo discordando. Porque veja, o primeiro ato é de fato mais alegre. E eu acredito que muita gente como eu não botava nenhuma fé essa história fosse funcionar igual no teatro, mas eles tiveram a ideia genial de colocar a Elphaba criança vendo a Elphaba adulta cantar “Defying Gravity”. Ok, o filme já tinha me ganhado em “One Short Day” quando a Idina Menzel e a Kristen Chenoweth aparecem. A reprise de “Dancing Through Life” é emocionante, mas ela já é emocionante na peça. E ai me permitam dizer a verdade, a gente estava tão impactado com o cenário, com os figurinos, com as coreografias, com as surpresas e com a direção do Jon M. Chu e com a voz da Cynthia Erivo que a gente não parou muito pra prestar atenção nas atuações de fato e na química daqueles atores. Era tudo tão extasiante de um filme que a gente esperou tanto pra ver que no primeiro filme a coisa da atuação e química foi deixada em segundo plano. No segundo ato não tem o que inventar que não faça a gente perceber os erros já cometidos no primeiro filme. E aí vai ser muito difícil eu falar do filme sem citar a nossa versão de palco de 2025. Afinal a gente tem Karin Hils no elenco. Mas não só pelos voos, mas o nosso elenco de 2025 é muito especial e tem muita química. E a falta de química dos atores em Wicked For Good fica nitidamente visível. Porque é praticamente um trisal que tem que funcionar em química. E veja o Jonathan Bailey tem química com todo mundo, mas com a Cynthia Erivo não funcionou. Assim como a gente se esquece que antes da Nessarose se transformar na bruxa má do Leste, a Elphaba tinha um carinho / culpa por ela. E se você voltar e reassistir o primeiro filme depois de ver o segundo vai ser que é zero entrosamento em cena da Cynthia com a Marissa Bode. Que o extasse do primeiro filme não deixa a gente perceber isso. E pra não ser injusta, acho que a Cynthia não é único problema dessa escalação. Acho que se o Jon Chu tivesse escalado uma atriz que não quisesse tanto o papel da Glinda em vez da Ariana Grande, possivelmente a gente teria uma Glinda mais caricata que a gente gosta tanto de ver no teatro e que a Fabi Bang faz maravilhosamente aqui no Brasil. E se tivesse escalado uma atriz que não se levasse tão a sério como Elphaba, a gente teria uma Elphaba menos travada. Porque a conexão da Glinda e da Elphaba existe, mas e os outros personagens? Mas como um perfeito mágico de Oz, Jon M. Chu iludiu a gente no primeiro filme achando que era sim a escalação perfeita. Mas como qualquer ilusionista deveria saber que não ia durar muito tempo. Até porque o 2 ato é muito mais denso.



As cenas que eu mais aguardei foram o Fyero e a Elphaba na floresta e a cena de “For Good”. For Good assim como todas as cenas da Glinda e da Elphaba tem muita emoção e é muito bonita, mas a cena da floresta não preciso nem dizer que zero química entre Fyero e Elphaba. “As Long as You're Mine” em si é cantada belíssima, mas o casal não funciona. Fora que a direção do musical de palco como a Myra Ruiz já disse uma vez numa entrevista é: eles estão fazendo sexo na floresta (e eu digo isso porque no original da Broadway é muito na entrelinha) e no filme ela coloca um casaco em vez de tirar!?! Não gostei muito das coisas que mexeram no roteiro porque eu entendo que pro palco coisas em aberto funciona, mas pro filme, não... Mas ainda assim falta equilíbrio nas falas da Nessa. As músicas novas eu já sabia que não ia gostar. Ahhhh, mas foi o Stephen Schwartz que escreveu também as novas músicas. Eu não me considero a mesma pessoa de 2 anos atrás... Cê acha mesmo que o Stephen Schwartz ainda é o mesmo depois de mais de 20 anos. A música da Elphaba não é de todo mal, mas a música da Glinda é totalmente insuportável.E gosto da versão de palco que deixa no ar se a Glinda sabe ou não que a Elphaba está viva. Daria 3 estrelas, mas como me fez enxergar os erros do primeiro filme, dou 2 estrelas.

No mais é isso. Amor a todos,
Lilly Krug

Minha avaliação:

Dirigido por: Jon M. Chu
Roteiro de: Winnie Holzman, Dana Fox e Winnie Holzman
Mísicas por: Stephen Schwartz
Baseado no livro de: Gregory Maguire

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Retrospectiva 2025

Em tópicos vou ver o que fiz e o que não fiz esse ano baseado no que “bombou” na internet esse ano.

• Não comi morango do amor (adoro morango e adoro maçã do amor, mas fiquei com medo de quebrar meu dente)
• Não comprei nenhuma louça das Tânia Bulhões (querer? Queria, mas muito caro)
• Não assisti nem Emília Perez (Eu vi o filme? Não! Mas se o diretor disse que não precisava estudar a cultura mexicana para fazer um filme sobre o México, por que eu preciso assistir ao filme pra poder avaliar? Se irritou o povo que nos deu Chaves e Chapolin, não quero nem sentir o cheiro dessa bomba!) e nem Anora
• Não comi nada de pistache (e tô rezando pro hype dele passar
• Não joguei no “Tigrinho” e nem comprei nada da We Pink
• Não comprei e nem assisti o documentário sobre Bebê Reborn (e não entendo essa vibe de se dizer superior por não gostar de algo – se não tá fazendo mal a ninguém, que diferença faz na vida das pessoas que não gostam)
• Não fiz nada pra emagrecer (mas aparentemente emagreci porque muita gente me disse isso)
• Não alonguei nada (sem cílios, nem unha e nem o corpo)
• Não engravidei (graças a Deus)
• Não viajei pro Japão (infelizmente)
• Não assisti o Gagacabana (mas vi trechos no dia seguinte e sou muito mais a favor do nome Copacagaga)
• Voltei pro meu hiperfoco em Wicked (e a versão BR 2035 virou referência de Wicked no mundo – e que venha Rio 2026)
• Assisti o Nerdcast 1000 ao vivo
• Comprei Labubu, Lafufu e Tribufu (e fiz oficina de Tribufus no meu aniversário)
• Continuo reclamando (Às vezes do calor, as vezes do frio e sempre da vida)
• Assisti Guerreiras do K-POP e gostei, mas deveria ter assistido dublado porque “Meu Pequeno Guaraná” é uma crocância sem igual

• Fui Carlo Acutizada (assistam o vídeo da Lorelay Fox sobre São Carlo Acutis )
• Virei uma lolover (e sem querer xoxar a Globo, mas já xoxando, Beleza Fatal ao contrário das novelas da Globo, não tem aquela enrolação toda que muitas vezes torna a novela muito morosa – e sim, sou fã do Raphael Montes)
• Adorei odiar Vale Tudo (e eu sei que muita gente reclamou de muita coisa, mas o que eu menos gostei já de início foi que tiraram totas as referências cinematográficas do Eugênio e eu lembro que a última vez que eu tinha reassistido a versão de 1988, eu tinha acabado de ver “A Malvada” e quando o Eugênio citou a Bette Davis em um capítulo eu urrei – foi icônico)

Vou terminar o ano assistindo "Grande Hotel" porque é uma tradição minha assistir todo final de ano esse filme (porque dos filmes de fim de ano, esse é meu favorito.
Um 2026 top de linha pra todos. E amor para todos! Beijos,
Lilly Krug

sábado, 27 de dezembro de 2025

Adeus 2025! Olá 2026!

Ei galeri. Então que eu me cansei de escrever textos enormes no Instagram e ter que colocar as continuações nos comentários por falta de espaço. Afinal é um app pra fotos. Então a ideia de reviver esse blog é pra quando surgir a vontade de escrever um texto maior, colocar aqui. E não necessariamente sobre livros. O nome é apenas porque eu gosto dessa junção do meu apelido com livros. Afinal foram com livros que eu percebi que não estava tão sozinha no mundo! Fazem muitos anos que não mexo em blog, então tô um cadim enferrujada. Então, paciência comigo. 😁🥰
2025 foi um ano 9 na numerologia, então pra muita gente foi um ano muito pesado. Ano de encerramentos de ciclos, de relações... Ano de deixar pra trás tudo que fez mal pra gente. Particularmente foi um ano que eu pensei muito em morte, na minha morte. Não pensamentos suicidas, mas eu pensei muito que a solução dos meus problemas todos era eu morrer. Porque muito vem da minha pouca habilidade com a comunicação e esse ano eu não me senti ouvida. Então a morte foi muito tema da minha terapia esse ano. Não a toa que chegou setembro e eu quase fui de arrasta. E fazem 5 meses que estou no climatério odiando cada segundo dessa nova fase (por que é tão dificil ser mulher?). Mas eu sinto que não posso ser injusta com esse ano, muita coisa legal aconteceu:
× Eu vi a Myra e a Fabi voarem diversas vezes
× Conheci um lugar que eu queria muito conhecer, Castway Cay
× Meu aniversário foi um dos mais legais dos últimos anos
× Eu passei não só pintar meu próprio cabelo, como fazer a cor e cortar
× Cozinhei bastante coisas muito gostosas
× Me tornei discípula de Carlo Acutis
× E pra ser sincera foi o ano em que eu mais.me senti bonita
Segue abaixo fotinhos de alguns desses bons momentos:
E elegendo os melhores do ano:
Livro: Atmosfera da Taylor Jenkins Reid - que é um livro que eu já sabia que eu ia gostar porque o espaço é um tema que me fascina muito, mas não imaginei que eu fosse chorar tanto.
Série: Máscaras de Oxigênio Não Carrão Automaticamente - nacional, incrível e necessária que conta a história de comissários de bordo trazendo AZT pro Brasil no.começo da epidemia da AIDS.
Novela: Beleza Fatal escrita pelo Raphael Montes lançada pela HBO - Fazia anos que uma novela não me pegava tanto. Eu amei mr tornar uma lolover.
Filme: O Quarto Ao Lado do Almodóvar - Nem é um filme desse ano, mas foi em 2025 que eu assisti. E me perguntei porque demorei tanto a ver. Almodóvar mais sensível do que nunca.
Música: Desafiar a Gravidade - Certamente a versão BR de Defying Gravity foi a música que mais ouvi esse ano até porque ouvir a Myra cantando dá um toque especial. E foi isso! Que o 2026 de vocês seja incrível! Amor para todos!

Lilly Krug

terça-feira, 6 de junho de 2017

Filmes de terror!

Mano, sério... Não consigo entender os filmes de terror de hoje em dia. Ou é tipo Centopeia Humana que você fica 3 noites sem dormir ou Anabelle que é uma história estapafurdia que nada faz sentido (inclusive o título do filme - vamô rever isso aí porque o único poder da boneca é o de teletransporte)... Não existe mais filmes igual Poltergeist, que você tem um medinho, mas acha engraçado. Ou algo como O Iluminado, que te dá medo, mas é curioso. Outro dia (bem outro mesmo - tipo ano passado) assisti o tal A Aparição... Ai começa o filme; a moça cisma: ah porque tem um espírito na minha casa, ah essa mancha na parede é espírito. Eu olhando e pensando: Moça, relaxa. Isso é espírito nada, é problema de mofo, conserta a infiltração que some. Ai o filme acabou (acho que determinado momento eu parei de prestar atenção e comecei a fazer outras coisas enquanto o filme rodava) e ai que no final o mofo vira uma moça dentro de uma barraca de camping dentro de um supermercado. Oiiiiiiiiii? Sentido, cadê você???

terça-feira, 30 de maio de 2017

10 anos de um espetáculo provavelmente bom!

E daí que depois de anos (uns 6 ou 7) eu finalmente fui rever o Improvável no teatro (e me empolguei a escrever). Há uns 8 ou 9 anos atrás (tô me baseando pela data do vídeo da Marianna Armellini no Só Perguntas #1 que foi um dos primeiros que eu vi mais ou menos na época) eu estava no YouTube procurando algo sobre o Rafinha Bastos (não lembro se cheguei a acessar a Página Do Rafinha, mas tenho recordação de alguns clipes de lá - um inclusive com o ex-rapaduriano Maurício Saldanha) quando descobri o Improvável ("um espetáculo provavelmente bom"). E assim meio sem quer querendo os Barbixas e seus convidados entraram em minha vida para torná-la mais alegre.

A história contada é que o nome Barbixas surgiu da incapacidade do na época meninos manterem uma barba. A Cia Barbixas de Humor é formada por Anderson Bizzochi, Daniel Nascimento e Elídio Sanna. O Improvável é um espetáculo completamente improvisado com sugestões da plateia. Feito com o que eles chamam de jogos de improvisação onde cada jogo tem sua regra. Cada apresentação eles trazem 2 convidados: um mestre de cerimônias e outro pra jogar com eles. Os vídeos no YouTube, que acabaram virando uma web-serie, era apenas pra divulgar o espetáculo. E esse ano o Improvável completa 10 anos.

Há 10 anos atrás eles vestiam qualquer roupa, não tinham músico e eram bem inexperientes nesse universo da improvisação. 10 anos depois a única coisa que não mudou foi o cenário. Todos os jogadores de tênis iguais, usam blusas lisas que em sua maioria conversa com o cenário. E além do músico, vemos as vezes a equipe de som e a de luz improvisando junto com eles. Óbvio que além dos cursos que eles fizeram nesse tempo, fica claro a química que os 3 desenvolveram no palco.

E claro que cada Barbixa e cada convidado tem suas características. Acho incrível a química que Dani e Lico (perdão a intimidade, mas é muito tempo assistindo esse povo) tem. Tenho a impressão que o Dani (principalmente no Cenas) interage sempre com o(a) convidado(a) ou com o Andy, mas quando ele quer algo mais "longe", ele chama o Lico. Já Dani e Andy no palco é aquela dupla que aquece o coração. Andy é uma espécie de super-herói que salva as cenas mais improváveis de serem salvas. Lico já é o rapaz sem pudores. O menino travesso e sem vergonha no melhor sentido da expressão. E Dani é o perfeccionista. Ele para, pensa, analisa e aí sai a piada (talvez desse contraste tão grande com o Lico sai essa química tão perfeita - os opostos).

Tantos convidados já passaram pelo Improvável que é impossível falar sobre eles. Tem os que gosto mais por gostar, tem os que eu gosto mais jogando, tem os que eu gosto mais como mestre de cerimônias e tem claro os que eu não gosto. Independente de os Barbixas ter certas duplas que funcionam mais, ver os 3 no palco contracenando é muito gostoso. Eles funcionam bem por si só. Tenho gastura de convidado que "quer mostrar serviço" e não deixa a química dos 3 funcionar por si só. Convidados que sabem a hora de entrar me agradam mais. Mari Armellini ainda é minha convidada favorita. S2 Grandes nomes já foram convidados: Marcio Ballas, Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Ben Ludmer, Bruno Motta, Claudio Torres Gonzaga, Anne Celli, Cris Werson, Cersar Gouvea, Fabio Porchat, Marco Gonçalves, Marcela Leal, Carol Zoccoli, Murilo Gun, Oscar Filho, Daniel Tauszig, Allan Benatti, Edu Nunes, Andrei Moscheto, Rafael Queiroga, Gustavo Miranda entre outros.

Alguns vídeozitchos pra terminar esse post e vida longa e próspera a esse delicioso espetáculo. Meu beijo e fui.













sábado, 31 de dezembro de 2016

"Adeus ano velho, feliz ano novo"! ♫♪♩

2017 já está quase batendo a nossa porta e antes disso, resolvi fazer um apanhado do ano que passou pegando postagens das minhas redes sociais... "Serendipity - Finding something good without looking for it"

"A opinião que as outras pessoas têm sobre mim é problema delas, não minha."

"Não compare seu caminho com o de outra pessoa. Seu caminho é exclusivo para você..."

"The only difference between a good day and a bad day is your attitude!"

"Bom eu vou lá porque o pastel não vai se esquentar sozinho" Barbieri , Alessandra

"Em uma sociedade mantidade pela mentira qualquer expressão de liberdade é vista como loucura!"

"Não adianta agradar com palavras se vai desagradar com atitudes"

"Tanta praia no mundo e você resolveu tirar onda com a minha cara"

Sabe quando cê ainda nem leu um livro, mas já garrou um ódio??? Minha relação com Marie Kondo!

Status: mais cansada que Mc Catra matriculando os filhos no colégio!

Facebook e seu senso de humor: "É carnaval, Lili"! "Xura", "Feice"??? Não tinha reparado. Achei que essa gritaria e essa música ruim na minha janela era a chegada do apocalipse!

Oh God!
Humor Nilce num sábado de Carnaval:
"- Quando a gente entrou no episódio 600 começaram as especulações sobre o que nós faríamos no episódio 666. A gente não vai fazer nada. Aliáis, a gente vai:
Nilce pega uma 3 meias e joga em direção ao Leon
Leon:
- Oh, você ai achando ruim; eu tenho que viver com isso, tá? Vocês só tem que ver uma vez por dia na internet, tá?"

Problema todo mundo tem! Louco todo mundo é um pouco! Mas noção: uns tem e outros não!

E amanhã teremos comida francesa nessa casa; chama: Resté De Onté!

Catei no perfil da Polyanne! Façam também!
1- Nunca assisti: How I Meet Your Mother
2- Não sinto vontade de assistir novamente: The Big Bang Theory
3- Ninguém que eu conheça assistiu, mas eu gosto: Community
4- Última série que assisti: Quantico
5- Tenho preguiça: Lost
6- Assistiria tudo de novo: Queer As Folk
7- Uma série que mudou minha vida: Mad About You
8- Uma indicação: Breaking Bad
9- Tenho vergonha, mas assisti: ICarly
10- Ainda quero ver: Better Call Saul
11- Achei que ia odiar, mas amei: Dexter
12- Vi mais rápido: Humans
13- Não recomendo: Gossip Girl

"Freedom is a state of mind"

"O que temos pra hoje é sono"

"Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade."

Kkkkkkkkkk... Melhor video de recebidos da vida: https://www.youtube.com/watch?v=gW2rnaAuZJo

"If you want breakfast in bed, sleep in the kitchen"

"Happiness is a book that changes your life"

"Eu sou tipo a Gloria Pires: eu não vi" Petit , Julia

"Há dias em que tenho o humor nublado com possibilidades de chuvas, trovoadas e rajadas de vento a qualquer hora."

"Adivinha quem acordou com a bateria recarregada? Uma pilha. Eu ainda tô com sono mesmo."

Tô igual padre Fábio de Melo: acordada por fora e dormindo por dentro!

"Oi gente, boa noite, vim esclarecer esses boatos de que odeio machista. É isso mesmo, os boatos estão certíssimos."

A melhor coisa de GOT pra mim é que quem só assiste a série sabe o nome de meia dúzia de personagem e os outros todos ganham codinomes... Vide Lord Friendzone... #TheLibraryIsOpen

Adoro que no final de Sharknado eles avisam que nenhum tubarão é de verdade, logo nenhum tubarão foi ferido. É, porque eles são tão reais; não é mesmo? A história toda é tão crivel! Os efeitos especiais tão bons! Tá, parei!

"Psicologicamente exausta"

"Esse impeachment tá dando tanto ibope que teremos segunda temporada" Achei que a "segunda temporada" era essa e como vimos nos episódios anteriores, nada se aprendeu com o fracasso da primeira, não é mesmo?!?

Deixa só eu explicar uma coisa pra galera do tênis verde espiritual que ainda não entendeu: cinema é emoção! O filme pode ter mais furos que uma peneira, mas se ela conseguiu emocionar alguém a pessoa não vai passar a não gostar do filme porque você está lá apontando erros. Assim como um filme se tiver um roteiro redondo, figurino e fotografias perfeitas e etc e não emocionar a pessoa, ela pode sim achar o filme uma merda. Por isso, bora parar com esse troço de evangelizar o "coleguinha"! Obrigada, a gerência!

"- O que você mais gosta nesse mundo?
- Gosto da ideia que um dia ele vai acabar."

"Existem 3 remédios para curar maus momentos: o silêncio, o tempo e a música."

"Pretending to be a normal person day after day is exhausting."

"Pessoas muito talentosas tem uma tendencia a loucura. A loucura eu já tenho. Me falta o 'muito talento'"

"Deus,concede-me serenidade para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso mudar e sabedoria para perceber a diferença."

Antipatia dessa geração que acha que se você não gostou de alguma coisa é porque não entendeu. Aff!

"Life is not like a box of chocolates, it's like a plate of chillies. What you do today might just burn your ass tomorrow."

Esse trem pega:


Deus, isso não é um pedido de mudança de sexo, mas dai-me saco!

"Amor alheio não é da conta de ninguém. Discurso de ódio é da conta de todos."

E no episódio de hoje aprendemos (eu aprendi) que não se deve tomar 2 canecões de chá antes de dormir porque você pode ter sono, mas sua bexiga sempre vai estar acordada!

Kkkkk... Acabo de ver um guri com a melhor blusa: o desenho de um dalek escrito em cima:
"Sim, este é o R2-D2"
E de baixo:
"E eu o adoro em Star Trek"
#Sarcasmo

Aquele momento #tenso num voo de 8 horas a comissária de bordo pega o microfoninho e fala:
"Se tiver algum médico a bordo, favor se apresentar à alguém de nossa equipe"

"Não tem um trem que me desanima mais do que a obrigação de estar animado" e com essas sabias palavras de padre Fábio de Melo que eu começo o dia!

Preciso de mais colheres! Minhas colheres estão diminuindo! Preciso usar minhas colheres mais sabiamente! Socorro! #TeoriaDasColheres #JennyLawson

Causo, a pessoa acorda de um cochilo (mês passado) e vai pra sala:
- Quanto tempo eu fiquei dormindo? Porque eu fui dormir em junho e acordei em dezembro!
- Hein??? Oi? Dezembro??? Não entendi!
- Ué, o caminhão da Coca-Cola só passa no natal!
(as pessoas olham pela janela e é a tocha olímpica passando)
- Ahhhh (com cara de desânimo), é a tocha! Ahhh (mais desanimo ainda), as Olimpíadas...

Sarah sempre otimista! Só que não! Cosima liga e ela: "deixa eu adivinhar, não são boas notícias"! #OrphanBlack #CloneClub

"Se alguém encontrar um parafuso é meu"

É pra isso que serve snapchat: ver o povo fazendo turismo no cemitério e pensar: oia, eu não tô sozinha no mundo, tem um ser-humaninho que tem problema como eu!

E o que aprendemos no dia de hoje é que o método @xuxameneghel pra comprar calça funciona!

Quanto amor ligar a tv num sábado de friaca e ver #JonnhyHooker cantando! De aquecer o <3 !

A pessoa que ri, chora, fica confusa antes das 10am não pode tá normal!

O que temos pra essa semana é a pessoa que dá conselhos que não pediram e dicas que não pediram... #EhORemedio

Seguidor, não se assuste com tweets sem sentido! A culpa é do remédio! Atenciosamente, a gerência!

Boy da Miranda pelo amor de Deus arranca essa abelha do snap que ja deu de Paulo Gustavo abelhinha!

Citando @ThaynaraOG , a frase dessas Olimpíadas vai ser: "gringo fazendo gringuice"!

"Não saio nem pra caçar namoro, o que dirá Pokemon"!

"Marcar o tempo mata o tempo"!

"Nós estamos num momento desenvolvendo um novo esporte (para as Olimpíadas) chamado Revezamento de Presidentes. A gente tinha um presidente quando as Olimpíadas vinham pro Rio de Janeiro. A gente tinha outro presidente organizando as Olimpíadas. Agora a gente está com um terceiro presidente e pode ser que quando as Olimpíadas começarem esteja de volta a antiga presidente." Sales, Eduardo

Uma "alegria" quando você vê a internet numa histeria coletiva com uma série, vai assistir e a única coisa que você sente é sono e agora todos os podcasts que você ouve resolvem fazer programa sobre a "bendita"! Ergh!

"Tô magikarp: caida no chão, de lado e de boca aberta" #EuRi

"Spoiler é tipo massa de tomate, tem vencimento" kkkkkkkkkkk

"Sometimes happiness is not knowing the whole story"

Sobre Star Trek: Sem Fronteiras
Apesar de amar o trabalho de Simon Pegg como ator, o roteiro não se sustenta...
É o mais fraco da trilogia...
Ainda assim tem seus acertos: ao contrario dos outros, o filme não se concentra em Kirk e Spock; Checov, Uhura, McCoy e Scotty tem uma relevância maior...
E uma linda homenagem a Leonard Nimoy!

Em Outubro entra pro catálogo da Netflix Star Wars (6 filmes, mais documentários, mais animações) e mais os Indiana Jones tudo! Tô considerando isso um presentão de aniversário da Netflix!

"Orlando é a cidade mais ao norte do Brasil" Pazos, Deive E assim começamos o Nerdcast 536... rs

"Obrigada" "Xovem" Nerd"
https://en.wikipedia.org/wiki/Incidents_at_Walt_Disney_World

Sobre a 7ª temporada de RuPaul's Drag Race:
Final da sétima temporada. Ansiosa do jeito que sou, já catei quem ganha. Ainda assim sou #TeamPearl Foi uma temporada difícil de se apegar a alguém e a edição corrida do programa foi impossível memorizar os nomes. Ainda assim achei Jasmine adorável e fiquei encantada com o estilo de Max. A temporada conta com excelentes jurados especiais. E apesar da pressa da edição tem os episódios memoráveis de John Walters (e sim, Pink Flamingos e sua Devine são ícones do cinema trash) e da Hello Kitty! E claro: sempre bom ter Latrice Royale de volta!





Qual a necessidade de me fazer chorar assim???


Adoro as famílias temáticas! Acabo de passar por uma que a bebê vestida de Branca de Neve, o maiorzinho de príncipe, a avó de madrastra e o resto da família de anões! ??

Fornecendo entretenimento de qualidade pra snaplândia!

Feliz dia do "pode fazer dupla de três?" #DiaDosProfessores

Ok, R2-D2 é popular (fantasia)! Já vi uns 20!

Feliz dia do "na volta a gente compra"! #DiaDasCriancas



É pra se parar e pensar: a gente aceita os termos do Mark Zuckerberg... Dá vontade de deletar esse troço... #TucanoReflexivo #Nerdcast

aniversário (s.m.) é o dia em mais recebo mensagens carinhosas. é sinônimo de comida especial. é o dia que tiro pra esquecer dos problemas e das coisas que me tomam colheres na vida.
é dia de contar um ano a mais ou um a menos (dependendo do ponto de vista).
#FelizAniversario #FelizAniversarioParaMim #HappyBirthday #HappyBirthdayToMe #RepiBarpidei #RepiBarpideiTuMi #LilisDay

Vendo uma lembrança minha do "Feice", me dei conta que com 3 Caça-Fantasmas lançados, eu prefiro o suecado! #RebobinePorFavor

Confirmado: Nidoran é o novo Zunat!

"Quando tudo vai bem, algo não está bem" e é com essa frase de Dira Paes que começamos o dia!

It's tough to be a... person!

"E está oficialmente aberta a temporada de xingar a Simone no Facebook" Soares, Flavio

Sobre Gilmore Girls - Um Ano Para Recordar:
Gostei muito! Gilmore Girls é uma série mágica que magicamente nos puxa pra realidade... E a vida é isso: alegrias, risos, mas também perdas e frustrações... De certa forma é triste ver a Rory repetindo com o Logan o mesmo erro que repetiu com Dean... Mas isso de forma alguma estraga o prazer de termos Stars Hollow de volta... É muito bom ver o amadurecimento de Emily, Luke e Lolerai como casal, Michael, Lane, Jesse... É sempre bom termos mais uma produção by Kirk :)

Sobre Rogue One - Uma História de Star Wars?
Gostei do roteiro e de toda a parte de fan service, mas achei arrastado demais e falta de carisma dos atores que não me fizeram me importar com aqueles personagens...

Sobre Minha Mãe É Uma Peça 2:
Oi roteiro, cadê você?

Que 2017 seja cheio de saúde e alegrias a todos... Beijos...